segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Retrospectiva cultural - Um esclarecimento



Respondendo a um comentário no artigo Retrospectiva Cultural – Introdução, esclareço que o sistema classificatório de livros/filmes é o seguinte: uma estrela, ruim; duas, regular; três, bom; quatro, muito bom; cinco, excelente.


Originariamente, meu sistema era só isso. Agora que passei a classificar cada filme e livro que assisto/leio, vi que era útil adotar também frações. Um filme que é legal, que até se destaca um pouco, mas que não chega a ser um especial “muito bom”, ganha 3 estrelinhas e meia. E assim por diante. Amplia as possibilidades classificatórias.


Claro, este é um sistema não-científico, muito pelo contrário, é estritamente subjetivo, e sujeito até a variações de momento. É muito fácil de acontecer, um filme visto hoje, considerado bem mais ou menos, amanhã pode ser revisto como uma grata surpresa. E vice-versa, também já aconteceu. “Não se pode entrar duas vezes nas águas do mesmo rio”...


Por fim, podem ficar tranquilos que o sistema vai parar nisso: não haverá classificações de 3 estrelinhas e 1/3, ou quatro e 8/5, ou duas e 9/16. Minha loucura ainda não chegou neste ponto.


domingo, 2 de janeiro de 2011

Retrospectiva cultural - Introdução


Passamos o final do ano, época de fazer balanços e retrospectivas.


Como este é um blog que também se diz cultural, pretendo fazer uns apanhados gerais sobre os filmes e os livros que assisti/li, recentemente, com uns breves comentários, e que ficam como sugestões.


Adquiri, desde 2009, o hábito de anotar os livros cuja leitura eu concluía. Desde o final de 2010, passei a anotar também os filmes. Também passei a dar uma classificação por estrelinha, apenas uma tentativa rudimentar de organização, para dar um destaque aos melhores, na minha opinião.


Minha classificação vai de uma estrelinha (ruim), até cinco estrelinhas (ótimo), comportando frações. Como o objetivo é fazer sugestões, vou destacar aqueles livros e filmes que me pareceram melhores, obviamente. Cinéfilo e viciado em letrinha, assisto e leio muitas porcarias, mas por que gastar tempo falando nelas?


Claro que tudo nesta retrospectiva será muito pessoal e livre, como tudo neste blog. Vou destacar alguns filmes antigos, por exemplo, que eu revi recentemente. Aliás, rever filmes tem se mostrado uma ótima opção, dada a quantidade de porcaria inédita que tem inundado as locadoras. Porém, os filmes e livros recentes vão ganhar uma avaliação e um destaque mais camaradas, porque é legal descobrir e indicar coisas novas, e porque é chover no molhado, e muito fácil e preguiçoso, ficar só tecendo loas aos mestres consagrados.


Então, eu espero que gostem das dicas, e aos poucos, à medida que minha memória e meu tempo livre o permitirem, eu as vou ampliando para incluir alguns dos autores e obras que há mais tempo eu conheci, e que mais participaram da minha formação.

sábado, 1 de janeiro de 2011

Whatever gets you thru´ the night - John Lennon



Nesta época tão careta, em que muitas pessoas têm perdido o simancol, em que muitas pessoas têm se mostrado tão arrogantes e hipócritas ao julgar e condenar todo mundo, ao apontar seus dedos tão rudemente pra qualquer bode expiatório, ao gritar tão histericamente: “é ele! O culpado de tudo de ruim que me acontece! Vamos sacrificá-lo! Vamos sacrificá-lo!”, de pessoas que tão bem fariam se pudessem viver e deixar viver, toco esta música bem libertária do ex-beatle John Lennon.


Que 2011 possa começar a ser mais libertário, que respeitemos nossas diferenças, que o Amor do Padre Eterno prevaleça. “Sede perfeitos, como vosso Pai celestial é perfeito.” - Mateus, 5, 48




O que quer que te ajude a atravessar a noite


O que quer que te ajude a atravessar a noite

Está certo

está certo


É o seu dinheiro é a sua vida

Está certo

está certo


Não precisa usar uma espada pra podar flores

oh, não

oh, não


O que quer que te ajude a atravessar a vida

Está certo

está certo


Fazendo errado ou fazendo certo

Está certo

está certo


Não precisa ter um relógio pra gastar o tempo

oh, não

oh, não


Me abraça, querida,

vem aqui e me ouça:

Eu não vou te fazer mal


Confie em mim, querida,

vem aqui e me ouça

vem aqui e me ouça

ouça


O que quer que te leve até a luz

Está certo

está certo


Pra fora da tristeza ou pra fora de vista

Está certo

está certo


Não precisa de revólver pra estourar o cabeção

Oh, não

oh, não



Whatever Gets You Thru The Night

Whatever gets you through the night 'salright, 'salright
It's your money or life 'salright, 'salright
Don't need a sword to cut through flowers oh no, oh no
Whatever gets you through your life 'salright, 'salright
Do it wrong or do it right 'salright, 'salright
Don't need a watch to waste your time oh no, oh no

Hold me darlin' come on listen to me
I won't do you no harm
Trust me darlin' come on listen to me, come on listen to me
Come on listen, listen

Whatever gets you to the light 'salright, 'salright
Out the blue or out of sight 'salright, 'salright
Don't need a gun to blow your mind oh no, oh no

Hold me darlin' come on listen to me
I won't do you no harm
Trust me darlin' come on listen to me, come on listen to me
Come on listen, listen

Pessoa Incomum condenada por estupro - em Israel

Lembrando das mulheres, neste início de 2011:


Saiu ontem a notícia de que o ex-presidente de Israel, Moshe Katzav, foi condenado por estupro, numa pena que pode variar de 4 a 16 anos, por crimes contra três mulheres.


Segundo declarou o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu: “O Tribunal hoje nos mandou duas mensagens diretas: a de que todos são iguais perante a Justiça, e a de que toda mulher tem direito exclusivo sobre seu corpo.”


Como diria o jornalista Ancelmo Gois, deve ser chato viver num país em que pessoas incomuns são condenadas pela Justiça por crimes cometidos...






Gênesis, capítulo 34:


1 .Dina, a filha que Lia tinha dado a Jacó, saiu para ver as filhas da região.



2.Tendo-a visto Siquém, filho de Hemor, o heveu, príncipe daquela terra, raptou-a e dormiu com ela, violentando-a.
3.Seu coração prendeu-se a Dina, filha de Jacó: ele amou a jovem, e soube falar-lhe ao coração.
4.E disse então ao seu pai Hemor: “Dá-me esta jovem por mulher.”
5.Ora, Jacó soube do ultraje que ele tinha feito à sua filha, mas, como seus filhos estivessem no campo com o rebanho, não disse nada até que voltassem.
6.Hemor, pai de Siquém, veio ter com Jacó para lhe falar.
7.Quando os filhos de Jacó, voltando do campo, souberam o que se tinha passado, indignaram-se muito, porque Siquém se tornara culpado de uma grande infâmia contra Israel, dormindo com a filha de Jacó. Isto são coisas que não se fazem.
8.Hemor disse-lhes então: “Meu filho Siquém está enamorado de vossa filha; dai-a por mulher, eu vos peço.
9.Aliai-vos conosco: dai-nos vossas filhas e desposai as nossas.
10.Habitai no meio de nós, pois a terra estará à vossa disposição; podereis estabelecer-vos e negociar nela, e adquirir propriedades.”
11.De seu lado, Siquém disse ao pai e aos outros irmãos de Dina: “Ache eu graça aos vossos olhos, e dar-vos-ei o que pedirdes.
12.Seja qual for o preço de compra e os presentes que exigirdes, o que me fixardes, isto eu darei, contanto que me deis a jovem por mulher.”
13.Os filhos de Jacó deram a Siquém e a Hemor uma resposta dolosa, porque Siquém havia ultrajado sua irmã Dina:
14.“Dar nossa irmã a um incircunciso, disseram eles, é uma coisa que não podemos fazer, porque isto seria desonroso para nós.
15.Só acederemos ao vosso desejo à condição de que vos torneis como nós, e que todos vossos varões sejam circuncidados.
16.Então vos daremos nossas filhas e desposaremos as vossas, habitaremos convosco e formaremos todos um só povo.
17.Mas se não nos quiserdes ouvir e não vos deixardes circuncidar, tomaremos nossa filha e nos retiraremos.”
18.O seu oferecimento agradou a Hemor e ao seu filho.
19.O jovem não tardou em fazer o que se lhe pedia, porque estava enamorado da filha de Jacó. Era o homem mais considerado de sua família.
20.Hemor e seu filho foram à porta da cidade e disseram a seus concidadãos:
21.“Estes homens são pacíficos conosco; fiquem eles na terra e possam aí circular. A região é bastante espaçosa para eles, tanto para a direita como para a esquerda. Desposaremos suas filhas e eles desposarão as nossas.
22.Mas eles só consentem em ficar conosco, de modo a fazermos todos um só povo, com a condição de que todos os nossos varões sejam circuncidados como o são eles mesmos.
23.Com isso os seus rebanhos, os seus bens e todos os seus animais, tudo não será nosso? Aceitemos, pois, suas condições a fim de que se estabeleçam entre nós.”
24.Todos os que passavam pela porta da cidade deixaram-se convencer por Hemor e Siquém, seu filho, e todos os varões foram circuncidados.
25.No terceiro dia, estando todos ainda doentes, os dois filhos de Jacó, Simeão e Levi, irmãos de Dina, tomaram cada um sua espada, penetraram na cidade, que de nada desconfiava, e mataram todos os varões.
26.Passaram ao fio de espada também Hemor e Siquém, seu filho; tiraram Dina da casa de Siquém e foram-se.
27.Os filhos de Jacó caíram impetuosamente sobre os mortos e assolaram a cidade, porque haviam ultrajado sua irmã.
28.Tomaram suas ovelhas, seus bois, seus jumentos e tudo o que havia na cidade como nos campos.
29.E levaram como espólio todos os seus bens, seus filhos, suas mulheres e tudo o que se encontrava em suas casas.
30.Jacó disse a Simeão e a Levi: “Vós me lançastes na confusão e me tornastes odioso aos habitantes desta terra, aos cananeus e aos ferezeus. Só tenho comigo alguns homens e, quando toda essa gente se congregar contra mim para me ferir, perecerei com minha família.”
31.Eles responderam: “Porventura, devíamos deixar tratar nossa irmã como uma prostituta?”




Política Externa

Atenção assassinos de todo o mundo! Lembrem-se de, ao fazer suas vítimas, declarar enfaticamente que o assassinato ocorreu por motivações ideológicas, marxistas. Deixem bem claro, em alto em bom som, que as vítimas tiveram de ser sacrificadas em nome da fé comunista, por um mundo melhor.


Digo isto, porque se vocês acabarem sendo apanhados, julgados, condenados, ainda haverá o recurso de fugir para o Brasil, e ganhar um status de refugiado político, ou de estrangeiro com visto permanente, este é o pormenor jurídico que não é importante. O que é importante, é que você se manterá livre como um passarinho, inclusive gozando de boas relações com as cabeças privilegiadas que ocupam o Poder. Também não importa que o Brasil tenha assinado algum tratado SOBERANO. Rasga-se o tratado, SOBERANAMENTE.


E a galera aplaude, manda quem pode, obedece quem tem juízo. Estes são os FATOS.


Lulinha deixou pro último dia de seu Governo, abrigar o cumpanhêro Cesare Battisti. Lá no último dia, bem escondidinho, no apagar das luzes. Cozinhou há alguns meses essa decisão. Ah, garoto esperto, bem na hora em que tá todo mundo ocupado, falando na posse da nossa Dilminha... e que é Ano Novo, todo mundo bebendo champanhe ou cachaça... grande timing político do nosso estadista, ou de seus grandes assessores...


Também no apagar das luzes do seu Governo, Lulinha, rodopiante de felicidade com seu próprio ego, mais uma vez deu asas à linguinha... referindo-se à crise econômica que alcançou os EUA desde 2008, aquela que provocou aquelas imagens de milhares de famílias de americanos vivendo em acampamentos, em trailers, em automóveis, depois de terem perdido suas casas, seus empregos, dentre outros percalços, e o que é que Lulinha, o Majestoso, encontrou pra falar, no último dia de seu Governo?


  • “Foi gostoso ver os EUA em crise...”


Como Lulinha proferiu isto ainda como nosso representante máximo, devo aqui declarar expressamente que NÃO partilho da opinião de nosso Guia, Mestre, Astro Rei, etc etc. Não me vão imputar falas e pensamentos alheios, mesmo que sejam do Grande, do Majestoso, Primeiro Mandatário da Nação.


O estilo é o homem.


E como disse uma leitora que enviou carta para o Globo, em 31.12.2010, Beatriz Escobar: "A moral, a ética e os bons costumes estão indo para o lixo."

Vida fácil

Deu no Globo, 31.12.2010, reportagem de Tatiana Farah: “Filho de Lula tem aluguel pago por empresário”. Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, um dos filhos do nosso Astro Rei, vive há três anos em um luxuoso apartamento nos Jardins. “Porém, o aluguel de R$ 12 mil mensais é pago pelo empresário carioca Jonas Leite Suassuna Filho, dono da Editora Gol, empresa que tem negócios com o governo e que é sócia de Lulinha.”


Segundo a Procuradora da República Janice Ascari, “Não é normal uma pessoa ou empresa pagar R$ 12 mil de aluguel para outra. Assim como não é normal uma empresa do porte da Oi injetar um capital absurdo em uma empresa de fundo de quintal como a Gamecorp.”


A referência à Gamecorp, empresa que tem Lulinha como sócio, deve-se a uma investigação que tramita no Ministério Público Federal sobre aportes da companhia telefônica Oi para estar empresa. A Oi comprou 35% de ações da Gamecorp, que tem hoje um capital social registrado de R$ 5,21 milhões.


Um feliz 2011!





Era Lula




“A opinião pública somos nós” - Luís Ignacio (Lula) da Silva, ex-presidente do Brasil


Chegamos ao fim da Era Lula, época em que o brasileiro se descobriu contente com o absolutismo.


A “Vontade Geral”, de Rousseau, expressão da ressurreição da idéia democrática, inauguradora dos Tempos Modernos, foi substituída em nosso país pelo velho modelo medieval, em que surgiu o conceito de um Rei Soberano por Vontade Divina. A Idade Média, estratificada em classes imóveis, os cavaleiros da nobreza, o clero, e o chamado em França de Terceiro Estado, o povo em geral, cada grupo com privilégios exclusivos, e, no caso do povo, apenas o privilégio de suportar tudo calado.


Nesta era as pessoas se acostumaram com a idéia de que era “normal” que houvesse pessoas com direitos diferentes de outras. Uma “moral” de uma sociedade muitas vezes feita de conquistadores e conquistados, naquela sociedade altamente militarizada e guerreira.


A História tem registros tão bizarros: os ingleses que dominaram os escoceses exigiam de seus súditos que lhes desse a primeira noite das mulheres com que casavam. A Escócia guerreou violentamente os invasores ingleses, por exemplo, com William Wallace, no século XIII. O famoso filme de Mel Gibson, “Coração Valente” conta esta história.


Pois uma nova classe, dentro deste terceiro Estado, se formou, entre pessoas que atingiam status de burguesia. Originariamente, os habitantes dos burgos, das cidades. Eles rapidamente conquistaram poder econômico, como comerciantes, e logo banqueiros importantes, mecenas de artes, como os famosos Médici, em Florença. Eles já não eram mais uma classe que aceitaria qualquer desmando das outras. Eles agora tinham algum poder, e usariam este poder para mudar aquela ordem imperante.


Chegamos à era de Rousseau, em que se proclamou que a Vontade Geral deveria decidir, não mais a vontade de uma classe ou duas, que tinham diversos “direitos” negados a todos os homens. Nos EUA demonstrou-se na prática esta idéia: um país fundado na igualdade entre seus colonizadores.


Em França, onde a Idade Média atingira seu apogeu com o Absolutismo dos reis franceses, a mudança para a era moderna se deu com um banho de sangue em guerras civis e terrorismo, dentro do solo pátrio.


Em França foi um parto terrível para a nova era. Terrível, mas inevitável, porque não se pode dar a volta ao relógio. A era das classes rígidas da idade média havia atingido seu fim, porque não comportava a realidade que se desenvolvera dentro dela. O novo que sempre vem.


A transição para o novo é que deve ser buscada sem o apelo pra força. Mas quando a resistência é muito grande, a reação torna-se mais violenta.


Por isso é que não se pode perder jamais a liberdade de expressão e convencimento, porque é através destes meios que a mudança se faz sem sangue, sem o Terror.


O grande legado desta era moderna foi a descoberta deste meio de levar as mudanças de uma maneira estável: a eleição popular, a representação de interesses, a sua negociação numa câmera de legisladores, o reconhecimento a direitos fundamentais de TODOS os cidadãos.


A idade média se desenvolvera sob um paradigma de que alguns homens poderiam se distinguir de outros homens, serem uns homens “incomuns”, em relação aos outros seres humanos.


“Este aqui pode ter direitos que você não tem” - era a ideologia dominante. Por quê? Porque ele é diferente, ele é um membro dos nobres, ou é um membro do clero, e portanto tem estes privilégios (palavra que se tornou odiosa).


Contra isto é que se ergueu o ideal de Igualdade, inscrito como lema da Revolução Francesa, junto a Liberdade e Fraternidade.


Para mudar a ideologia dominante, substituir a idéia de direitos especiais para alguns para direitos iguais para todos.


Mas o que sabemos é que cada povo tem de fazer a sua História da evolução do conceito de Liberdade. A Liberdade política pode estar inscrita na Constituição de todos os povos, mas cada um tem o seu caminho a percorrer para tornar esta idéia uma realidade, alguns povos mais bem sucedidos neste trabalho, outros menos.


Os retrocessos na batalha pela Liberdade sempre podem acontecer, de diversos modos na História dos povos. Mas sempre acabam com o mesmo enredo: um ditador, ou um grupo, que se arroga poderes e direitos que os outros não podem ter.


Por exemplo, o poder-direito de ser o Governante da nação, de escolher as políticas públicas. Nos regimes de partido único, com poder personalizado, é óbvio que um grupo da nação está se arrogando o direito único de ser o Governante. Isto sonega o direito de todos, exceto da “classe”, do grupo dominante: foi assim com o partido nazista na Alemanha, com o partido fascista na Itália, com o partido bolchevique na Rússia, com o partido comunista da China. Só os membros daquele partido, só aqueles que deviam obediência ao chefe daquele partido, ao Grande Líder, é que poderiam ocupar os postos de governo, de Estado.


Não se permitiam que as eleições trouxessem alguém de fora daquele único grupo: os eleitos! Os Iluminados!


A grande diferença da era da democracia é esta: TODOS deveriam ter os mesmos direitos dentro da sociedade: não unicamente, exclusivamente, os membros de uma determinada “classe”, “partido”, “raça”.


Algum dia chegaremos lá. Feliz 2011.